Movimento Acredito pede CPI para analisar aumento da passagem em Mogi das Cruzes

O pedido já foi protocolado na Câmara Municipal e está sendo analisado pelo presidente

 

Por Giovanna Figueiredo / Foto: Divulgação

 

Todo início de ano o aumento das passagens de ônibus vira assunto. No entanto, de uns anos para cá movimentos que representam o povo têm se manifestado contra os altos aumentos que afetam o cidadão.

Em Mogi das Cruzes, não foi diferente. Na sexta-feira (18) o núcleo local do Movimento Acredito protocolou na Câmara Municipal um ofício pedindo a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para que seja investigada a decisão do prefeito Marcus Melo (PSDB), que autorizou o reajuste de R$ 0,40 na passagem.

Dentre os pontos questionados pelo grupo está a Lei que isenta até 2021 as empresas concessionárias do serviço de transporte público na cidade [CS Brasil e Princesa do Norte) do pagamento do ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza).

Segundo Maria Luiza Fernandes, membro do Acredito, um abaixo assinado com mais de 4.800 assinaturas também foi entregue aos vereadores. “Fizemos por meio de plataforma online, um mecanismo fácil e prático para gerar pressão sobre assuntos cívicos. Contamos com a parceria de algumas organizações para atingirmos essa escala de pessoas”, explicou.

As organizações que fizeram parte foram: a Atlética Águia de Haia, do curso de Direito; Atlética de Psicologia; Atlética de Enfermagem; Diretório Acadêmico Moysés Jurist, do curso de Biologia da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC); Grêmio Estudantil da Etec Presidente Vargas; Grêmio Estudantil Influência Estudantil, da E.E. Maria Rodriguês Gonçalves; além de cidadãos mogianos.

 

ACOMPANHANDO – De acordo com Maria, o presidente da Casa de Leis, Sadao Sakai (PR), já está analisando o pedido. E eles guardam uma posição oficial da Câmara. “Além disso, deixamos nosso contato com todos os vereadores para manifestarem o apoio, se assim quiserem. Por enquanto recebemos o retorno de somente um vereador. Vamos manter a pressão até a instauração da CPI”, finalizou.




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