Na era dos boçais, o fim dos projetos sociais

Estão contados os dias do programa federal Minha Casa Minha Vida, que nos seus 10 anos de existência entregou mais de 4 milhões de moradias em todo o país. O governo federal anunciou, na sexta-feira (24), que estuda implantar um “aluguel social” com tarifa para os beneficiários do programa. O aluguel social é uma modalidade na qual o governo paga para uma família manter um imóvel por um período determinado.

O futuro do programa é tão incerto quanto o do Brasil, mal comandado pelo presidente saído das redes sociais, que adora tuitar e se desentender com deputados até de sua base aliada, que por sua vez não sustentam aprovar matérias do governo que ainda não conseguiu mostrar ao que e para que veio.

O descontrole na Educação, onde sofreu o primeiro de muitos protestos que virão até a sua permanência no Palácio do Planalto que especialistas já insinuam, sem constrangimento, será breve, foi uma pequena pitada do quanto é bom primeiro saber onde está pisando e o que está falando para assumir o compromisso gigantesco que é o de pegar o comando de um país.

O Brasil precisa urgentemente que esse presidente acorde para a realidade antes que seja tarde, se é que já não é tarde, pois a pressa só é inimiga da perfeição quando há tempo suficiente para ver um país desabar em todas as suas conquistas sociais, estabelecidas para dar seguridade social aos menos favorecidos.

Todos estão boquiabertos com o tanto de balbúrdias provocadas em tão pouco tempo por uma pessoa tão inábil na política e que passou 30 anos dela vivendo fazendo não se sabe o quê, porque em três décadas no legislativo federal poderia ao menos ter aprendido a fazer política, que é a arte do diálogo. Se não aprendeu lá não pode ficar estagiando no controle do país.

Gazeta Regional

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