Pronto Atendimento de Biritiba Mirim fica sem energia elétrica

Cidade foi atingida por apagão diurno devido ao trabalho de substituição de postes. Foto: Bruno Arib

 

Por Aristides Barros

 

Uma boa parte da região central de Biritiba Mirim ficou sem energia elétrica na manhã dessa segunda-feira (22), com a preocupação maior ficando por conta da falta de energia no PA (Pronto Atendimento), que apresentou problemas no gerador.

Gerador de energia do PA

Funcionários do local anteciparam que o problema ocasionado pela falta de energia no hospital nada tinha a ver com o trabalho que estava sendo feito pela Bandeirante Energia S.A., uma vez que o gerador é acionado toda vez que acontece falha na rede elétrica regular.

De acordo com eles, o gerador “estava ligando, mas não levando (redistribuindo) a energia para o restante do equipamento de saúde.” O gerente de Operações de saúde do INTS (Instituto Nacional de Amparo à Pesquisa, Tecnologia e Inovação na Gestão Pública), Raphael Nunes Rocha falando com a GAZETA informou que uma equipe técnica já tinha sido acionada para avaliar e resolver a situação.

O gerente se apressou em dizer que o problema não iria incorrer em risco aos pacientes, com os possíveis casos graves que entrassem no PA e, necessitando de remoção imediata, iriam acontecer rigorosamente.

Sobre o trabalho da Bandeirante ao longo de toda a Avenida Maria José de Siqueira Melo – onde está localizada a sede da prefeitura biritibana e ao lado dela o Pronto Atendimento –, Rocha disse que a empresa poderia notificar o hospital sobre a realização do trabalho, o que sugere que ele cogite que o problema na unidade médica também se deu por causa da obra de substituição de postes da rede elétrica.

 

A reportagem tentou um contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Biritiba para saber se o órgão estava acompanhando o caso. A responsável pela pasta – Fernanda Abreu – não foi localizada, como também nem o prefeito da cidade, Jarbas Ezequiel de Aguiar (PV), o Prof. Jarbas.

A administração municipal se mantém incomunicável para dar respostas sobre a crise que afeta a área de saúde do município, e que já está sendo alvo de ações nos tribunais.




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