Vão caçar o que fazer e a quem prender

Vamos baixar o tom no mesmo nível da Prefeitura de Mogi das Cruzes, que por meio de sua guarda pretoriana e demais utilitários apreendeu exemplares da GAZETA, e na sequência deteve integrantes da equipe no Paço Municipal.

A atitude covarde de gente paga com o dinheiro dos contribuintes foi infeliz, inconcebível e bestial. O comportamento animalesco no espaço destinado ao bom atendimento do público é abominável. O fato por si comprova que não há o mínimo de respeito às pessoas.
A situação não é revelada no caso único, ocorrido com a GAZETA, mas em outras montanhas de casos estampados pelo jornal no tocante ao sortilégio que, de forma geral, afeta todos os mogianos, independente de classe e condição social.

Os desmandos e descasos administrativos ocorridos no início do mandato do atual prefeito Marcus Melo são apenas desdobramentos da gestão de outro Marco, o Bertaiolli, com ambas as marcações batendo firme e forte na população por meio de aumento de impostos para o povo fragilizado e isenção de impostos a empresas já riquíssimas. O jornal aponta e denuncia as benesses a um grupo e flagelo contra o povo. Em parte, esses e outros dissabores seja o motivo da refrega contra a GAZETA. Se for, e é! Que se dane! O jornal vai continuar o trabalho.

Não tememos, porque o jornal não é réu em ações penais, oriundas de uso indevido do dinheiro público. A GAZETA não é alvo de investigação do Ministério Público, com direito a busca e apreensão de documentos na casa de um secretário e apreensão de documentos no prédio da administração municipal. De onde fiscalização não vê o que se passa e, se vê, deixa passar porque não dá pra autuar os próprios chefes.

A repressão ao jornal seria por e pela causa da GAZETA de levar a público essas ocorrências. O recurso da força é porque o diálogo é fraco, e a repressão é o braço de todos os ditadores.

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