2º turno: Quem vai governar Mogi das Cruzes?

Com R$ 1,8 bilhão em jogo, embate é entre a renovação e a experiência

Por Lailson Nascimento / Foto: Divulgação

No domingo (29), os mogianos vão escolher o seu próximo prefeito. Primeiro colocado no primeiro turno, o atual prefeito Marcus Melo (PSDB) tem defendido a experiência adquirida ao longo de seu mandato para conquistar a maioria dos eleitores e, por consequência, continuar à frente da Prefeitura de Mogi das Cruzes. O vereador Caio Cunha (PODE), por outro lado, representa a possibilidade de renovação do Poder Executivo mogiano.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, as duas campanhas têm sido intensas nas redes sociais. A GAZETA, inclusive, promoveu entrevistas com ambos no programa Política Se Discute, no Facebook. Por mais que cada um dos candidatos tenha conversado com a reportagem em datas diferentes, os simpatizantes de Cunha e Melo aproveitaram as lives para ‘bombardear’ os adversários com perguntas, em uma espécie de debate direto entre os políticos e a população.

Marcus Melo obteve 81.555 votos, terminando o primeiro turno como o preferido da população mogiana, com 42,29% dos votos. Outros 54.591 eleitores optaram por Caio Cunha, que fechou o primeiro turno com 28,31% dos votos e ficou com o segundo lugar.

O vereador Rodrigo Valverde (PT) obteve 33.509 votos e terminou a disputa com 17,38% da preferência do eleitorado. Ele é seguido por Felipe Lintz (PRTB), que recebeu 16.971 votos e alcançou 8,8% dos votos válidos. Nelson Pedro Miguel (PROS), o Miguel Bombeiro, concorreu sob a condição de “indeferido com recurso”, obtendo 2.319 votos. Já os advogados Michael Della Torre (PTC) e Fred Costa (PDT) obtiveram, respectivamente, 2058 votos (1%) e 1850 votos (0,9%).

27,7% dos eleitores de Mogi das Cruzes não compareceram às urnas no 1º turno

Mais de 88 mil eleitores mogianos aptos a votar deixaram de comparecer às urnas no primeiro turno das eleições. A estatística, que revela a falta de 27,7% no processo de escolha dos próximos representantes da população, foi divulgada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Com base nos números divulgados pela Justiça Eleitoral, o município obteve o maior número de abstenções em todo o Alto Tietê, com Itaquaquecetuba em um distante segundo lugar – 57 mil pessoas deixaram de votar.

Gazeta Regional

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