A insanidade de acabar com o SUS

Da Redação / Arte: André Jesus

Dor, agonia, sofrimento, e outros males advindos de doenças encontram porta aberta de tratamento e cura em todas as unidades públicas de saúde do país, por enquanto livres da ganância dos donos da indústria da medicina, representada pelos planos de saúde que o pobre, reles e simples mortal brasileiro não tem sequer um centavo para pagar.

A simples tentativa de acabar com o SUS (Sistema Único de Saúde) equivale a morte deles. Tal gesto leva a pensar que o seu portador acredita que, para acabar a pobreza, deve-se eliminar os pobres.

Essa tentativa de genocídio é sustentada pelo Messias dos eleitores brasileiros, que numa linha inversa do verdadeiro alimenta “eu sou o descaminho, a inverdade e a sobrevida”.

Privatizar a saúde pública é levar os pobres ao desfiladeiro da morte e empurrá-los sem ser preciso esperar o resultado da queda. Fazer isso é loura extremada.

Ainda não se tem um diagnóstico exato da sanidade ou não do presidente Jair Messias Bolsonaro. Porém, sem medo de errar – já que todos sabem que não existe nenhum ser humano 100% normal –, acredita-se que o mandatário de Brasília tem uma escala alta de miolo mole.

Mesmo com todos os seus defeitos e imperfeições democráticas, o Brasil merecia coisa melhor e a que está aí não é fácil de engolir e nem de aceitar que dói menos.

Aliás, isso é frase masoquista que adota e gosta do sofrimento como via de regra para o prazer. Propagar que aceitar dói menos é viver exposto ao chicote e pedir para apanhar, passivamente.

Gazeta Regional

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