Câmara de Mogi cria comissão para fiscalizar a retomada econômica

Legislativo também fixa salário do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores

Da Redação / Foto: Divulgação

Em sessão ordinária, realizada na tarde desta quarta-feira (17), o Legislativo mogiano aprovou o Projeto de Resolução 07/2020, de autoria do vereador Marcos Furlan (DEM), que cria CEV (Comissão Especial de Vereadores) para fiscalizar as ações do plano de retomada econômica da Prefeitura de Mogi das Cruzes para o enfrentamento das restrições econômicas impostas pela pandemia do novo Coronavírus. A CEV terá duração de 180 dias.

Em parecer, a Comissão de Justiça e Redação, presidida pelo vereador Mauro Araújo (MDB), apresentou uma emenda modificativa que determina que a CEV será composta por cinco membros. No parecer, os vereadores argumentaram que, por se tratar de uma questão de interesse público é necessário haver mais representatividade no trabalho legislativo.

“É um tema de vital importância para a sociedade. Essa CEV não significa que os membros são favoráveis à reabertura, mas vamos discutir, debater  e disseminar informações à população”, explicou Furlan.

O vereador Rodrigo Valverde (PT) fez o uso da palavra para ressaltar a importância da fiscalização da reabertura do comércio na cidade.

“Morreram milhares de pessoas no mundo todo e só aqui em Mogi, mais de 140. Ainda não temos vacina e por conta do isolamento necessário muitos estabelecimentos tiveram dificuldades financeiras. Mas justamente no pico estamos reabrindo a maioria dos estabelecimentos”, afirmou.

Legislativo fixa salários do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores

Foram aprovados pela Câmara Municipal de Mogi das Cruzes na sessão ordinária desta quarta-feira (17) o Projeto de Lei 58/2020 e o Projeto de Resolução 08/2020, de autoria da totalidade dos vereadores. Os projetos fixam os subsídios do prefeito, vice-prefeito e vereadores para a legislatura iniciada em 2021. Os valores fixados, de acordo com os Projetos, determinam que o subsídio do prefeito continuará sendo de R$27.520,30 e o subsídio do vice-prefeito, R$13.760,13. O subsídio dos vereadores também será mantido em R$12.163,65.

“Serão mais quatro anos sem aumento, não vai ter nenhum tipo de reajuste e foi uma decisão unânime entre os vereadores”, explicou o vereador Rodrigo Valverde (PT).

“Fizemos uma discussão madura, sem politizar, pensamos na realidade de Mogi das Cruzes e chegamos a um consenso, sem abrir brecha. A gente não vê isso como uma conquista. Acredito que a gente precisa qualificar todas as áreas do serviço público, principalmente o Legislativo”, complementou o vereador Mauro Araújo (MDB).

Gazeta Regional

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