Edson da Paiol comemora aprovação das contas pelo TCE: “Respeito ao dinheiro dos cidadãos”

Análise do TCE após a fiscalização mostra contas enxutas, recursos bem aplicados e atendimento aos limites legais e constitucionais de despesas em 2020

Da Redação / Foto: Bruno Arib

O TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) aprovou as contas referentes ao exercício de 2020 da Câmara Municipal de Itaquaquecetuba, presidida, na época, pelo vereador Edson Rodrigues (PODE), o Dr Edson da Paiol.

“A aprovação pelo órgão fiscalizador atesta que realizamos trabalho sério, comprometido com a transparência e a gestão responsável dos recursos públicos e com respeito ao dinheiro dos cidadãos de Itaquaquecetuba”, afirmou o parlamentar ao comemorar a decisão.

Ao final da presidência de Paiol, em 2020, a Câmara já havia se destacado como a que menos gastou dinheiro público no Alto Tietê e foi a 13ª mais econômica entre 644 municípios de São Paulo, segundo o mesmo TCE-SP.

“Minha gestão teve o objetivo de mudar inovar e melhorar a Câmara. Provamos que com trabalho sério é possível fazer muito, mesmo gastando pouco”, ressaltou o vereador, que está em seu segundo mandato e é pré-candidato a deputado estadual.

Na sessão de 22 de junho, Paiol foi à tribuna para falar sobre a decisão recente, conforme sessão da Segunda Câmara do TCE realizada no dia 14 de junho. Os desafios, segundo ele, foram muitos, mas a aprovação das contas sob sua presidência mostra que estava no caminho certo. 

Isso porque o Legislativo vinha de um período de muitas irregularidades com contas reprovadas pelo TCE de 2013 até 2017, e que só começaram a melhorar em 2018 (presidência de Carlos Roberto Nascimento Tito, o Carlinhos da Minercal) e avançaram sob sua gestão.

“Quando assumi a presidência, tínhamos um longo caminho a percorrer, com mais de 90 apontamentos e correções a serem feitas. Tivemos que cortar na carne. Muitas vezes eram medidas duras, impopulares. Mas estamos aqui para servir a população”, disse Edson da Paiol.

Um dos momentos mais polêmicos foi a convocação dos aprovados em concurso e a redução de três para dois os assessores parlamentares, o que equilibrou a relação entre servidores concursados e comissionados. Melhorias no Legislativo também foram implantadas, mesmo num cenário de economia, como reforma do plenário, compra de computadores e implantação de serviços digitais, entre outras: “Estava tudo sucateado”, lembra. Até o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) do prédio tinha problemas e somente foi regularizado na gestão de Paiol. 

Gazeta Regional

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