Edson da Paiol comemora feitos à frente da presidência da Câmara de Itaquaquecetuba

Parlamentar exerce o cargo desde 2019, quando o Legislativo criou o G-10 – grupo de oposição

Por Lailson Nascimento / Foto: Divulgação

Na presidência da Câmara Municipal de Itaquaquecetuba desde 2019, o vereador Edson Rodrigues (PODE), o Edson da Paiol, tem os números a seu favor. Mesmo tendo uma das maiores quantidades de cadeiras do Alto Tietê, a Casa de Leis é a 16º com o menor custo per capita do Estado de São Paulo. Agora, cada vereador custa R$ 37,13 por ano para cada habitante.

A informação consta em um balanço recém-divulgado pelo parlamentar. O documento destaca outros feitos de sua gestão, tais como a devolução de funcionários para a prefeitura; andamento no concurso público devidamente homologado e convocação de 19 funcionários públicos; regularização do abastecimento dos carros; instalação de ponto eletrônico para os funcionários; regularização do prédio para receber o AVCB vencido desde 2017; reforma do plenário, com melhores acomodações para o público e jornalistas, bem como oferecimento de mais segurança aos usuários da Câmara; entre outras coisas.

“Também iniciamos o processo para transformar Câmara sem papel, com compra de computadores novos, pois estavam sucateados, não permitindo esse trabalho, além da cerificação digital de vereadores e funcionários, podendo assinar os documentos digitalmente, logo não exigindo sua impressão para protocolo. Outro ponto que destaco é a aprovação de lei que criou um fundo para aquisição de um imóvel próprio e sair do aluguel que esta em R$ 77 mil, que antes eram passíveis de devolução ao executivo”, destacou.

Paiol ainda destacou a reestruturação dos cargos e atividades dos funcionários da Câmara, instalação de ouvidoria, entre outros feitos.

Nível Universitário

Sobre a polêmica do fim do pagamento da gratificação por NU (Nível Universitário) aos funcionários públicos, Edson da Paiol foi taxativo.

“É algo muito dramático e que está nessa situação desde 2002. Infelizmente a ‘bomba’ caiu na minha mão, mas preferi não me omitir, pois é algo tem que ser solucionado. O problema não era meu, mas passou a ser e eu vou resolver. Tanto que na Câmara já resolvemos, pois acatamos a sugestão do Sinseri [Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itaquaquecetuba] e vamos continuar pagando o NU. Esperamos que o prefeito acate o mesmo entendimento”, concluiu.

Gazeta Regional

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