Justiça bloqueia cerca de R$1,4 milhão das contas da Pró-Saúde

O valor deverá ser repassado ao município, para que seja feito o pagamento das verbas rescisórias de 125 funcionários da UPA do Oropó

Por Giovanna Figueiredo / Foto: Bruno Arib

Na tarde desta sexta-feira (13) a esperança ressurgiu nos corações de cerca de 125 ex-funcionário da OSS (Organização Social de Saúde) Pró-Saúde que atuavam na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Oropó, em Mogi das Cruzes.

Isso porque uma liminar determinou bloqueio nas contas da OS e que o valor seja repassado para a prefeitura, afim de que a mesma faça o repasse aos funcionários.

A Pró-Saúde deixou de operar na unidade desde o início de novembro, no entanto, a maior parte dos funcionários recebeu verbas rescisórias, bem como 13° salário e FGTS.  A prefeitura afirma que os repasses para o pagamento foram feitos, no entanto a empresa não fez o acerto com os ex-funcionários.

A liminar deferida bloqueou o equivalente a R$ 1.443.854,54 das contas da OS e determinou que esse valor seja repassado ao município, para que em até 10 dias o mesmo faça o pagamento das verbas rescisórias. Cabe recurso à decisão.

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O QUE DIZ A PRÓ-SAÚDE – Em nota a OS afirmou que: “Em razão da dívida da Prefeitura de Mogi das Cruzes com a Pró-Saúde, a entidade informa que irá recorrer da decisão e ressalta que, como é de conhecimento da Secretaria de Saúde de Mogi das Cruzes, todos os valores provisionados no decorrer do contrato foram direcionados para a manutenção e continuidade dos serviços prestados à população na UPA 24h Oropó, visto que a Municipalidade não honrou com os repasses devidos à Pró-Saúde para a manutenção do contrato.

A Pró-Saúde reitera seu compromisso histórico com os colaboradores, uma parceria que resultou na excelência assistencial prestada no decorrer dos contratos, amplamente reconhecida por meio de premiações e certificados de qualidade, bem como pela aprovação dos usuários, superior a 90% de satisfação.”

Gazeta Regional

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