Líder comunitário de Mogi diz que teve nome injustamente envolvido em disputa de terra

Por ser candidato a vereador, Marcelo Brás do Sacolão não descarta a hipótese de ser uma ‘armação política’

Por Lailson Nascimento / Foto: Bruno Arib

O candidato a vereador de Mogi das Cruzes Marcelo Porfírio (PSDB), o Marcelo Brás do Sacolão, acredita que está sendo alvo de uma “armação política” que tem como ‘pano de fundo’ a região conhecida como Chácara dos Baianos, no bairro Conjunto Santo Ângelo.

Conforme o líder comunitário explicou à reportagem, o seu nome foi envolvido em um processo de manutenção de posse de um imóvel movido por J.G.J.M contra a empresa Itaquareia.

No documento, ao qual a reportagem teve acesso, consta que “o líder comunitário, também agricultor, Marcelo Brás, nos garantiu que a empresa requerida jamais levantaria a mão para retomar a terra que fora parte do acordo ente ela e a municipalidade. Portanto todos poderiam ficar despreocupados.”

A informação é rebatida por Marcelo Brás do Sacolão.

“Essa senhora, que sequer conheço, está falando que eu garanti que a Itaquareia não iria derrubar a casa dela. Como se eu fosse juiz ou dono da Itaquareia. O que eu tenho a ver com isso? Como vou garantir se a propriedade não é minha? Se eu tivesse vendido a área para ela, aí sim eu poderia garantir”, apontou.

Por ser candidato a vereador, ele não descarta a possibilidade de ter o seu nome envolvido no caso por conta das eleições municipais.

“Eu acredito que é uma disputa política. Porque o meu nome iria aparecer em um processo justamente na época de campanha? Sem motivo? Eu gostaria, inclusive, de ter esclarecimentos dessa mulher e do advogado dela. Por que o meu nome está lá?”, questiona.

Marcelo Brás do Sacolão afirmou que iria registrar um BO (Boletim de Ocorrência) na sexta-feira (2) visando a sua proteção no caso.

A GAZETA tentou contato com o advogado de J.G.J.M, mas não o localizou.

Gazeta Regional

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