Mauro Araujo e Diegão se pronunciam sobre acusação do Ministério Público

Ao assegurarem que vão provar a inocência, eles confirmaram candidaturas

Da Redação / Fotos: Reprodução

Quase um mês após o início da operação Legis Easy – que é de autoria da Promotoria de Mogi das Cruzes e apura suposto caso de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo vereadores -, os parlamentares Diego Martins (MDB), o Diegão, e Mauro Araujo (MDB) utilizaram as redes sociais para a primeira manifestação pública sobre o caso. Além de apresentarem as suas versões em relação à denúncia do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), os emedebistas avisaram que são candidatos à reeleição.

Em um vídeo publicado em sua página no Facebook, Mauro Araujo afirmou que autorizou as quebras dos sigilos fiscal e bancário “para que toda a minha vida fosse aberta e pudesse ser investigada.” No entendimento dele, “no final de tudo isso vai ficar comprovado que não cometi nenhum ato ilícito.”

“O Ministério Público me acusa de chefiar uma organização criminosa com o objetivo de aprovar leis que teriam beneficiado alguns empresários. Vamos aos fatos. O empresário que é denunciado junto comigo não possui nenhum contrato com o poder público municipal, e as leis que dizem que beneficiam esse empresário ou outros empresários não foram votadas. Em relação ao repasse de verbas do qual sou acusado, tenho uma empresa há 20 anos de assessoria financeira. Já fiz alguns empréstimos a empresas e a pessoas físicas, inclusive a alguns vereadores. Transações comerciais normais”, apontou.

Também em sua página nas redes sociais, Diegão publicou vídeo apresentando a sua versão sobre o caso.

“Disseram que esse dinheiro era em relação a um esquema de votação, de venda de votos de um projeto chamado Plano Diretor. Quem deposita dinheiro de corrupção na conta de outra pessoa? O Mauro [Araujo] me fez dois empréstimos e depositou da conta da MLC de Araujo, que é Mauro Luiz Claudino de Araujo. Se fosse dinheiro de corrupção, quem faz isso?”, concluiu.

Gazeta Regional

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