Mês do Empreendedorismo Feminino

Por Priscila Guskuma / Arte: Giovanna Figueiredo

Empreender no Brasil é um grande desafio diante de tamanha oscilação do mercado, falta de apoio do governo, enfim, uma infinita lista que todos os dias empreendedores de todos os gêneros precisam enfrentar para permanecerem no mercado. Mas esse mês o foco é a mulher empreendedora, audaciosa e sonhadora que entrou no empreendedorismo por duas vias, pela dor (empreendedora por necessidade do sustento próprio e da sua família) ou pelo amor (perfil que geralmente se preparou para exercer a profissão dentro do próprio negócio e consegue muitas vezes imaginar sua empresa no futuro).

Ambos os perfis de empreendedoras podem ter sucesso desde que estejam dispostas a buscar conhecimento, desenvolver uma equipe de alta performance, treinar e formar novos líderes, implantar processos eficazes para que a empresa possa funcionar sem que você esteja 100% na operação. Um dos grandes desafios das pequenas e médias empreendedoras é saírem da operação, estão quase sempre na parte operacional, gastando energia e travando muitas vezes o crescimento da empresa.

Venho observando cada vez mais um desgaste emocional em muitas mulheres empreendedoras durante anos o foco foi a empresa e hoje olham para suas vidas pessoais, saúde e lazer e se sentem insatisfeitas. É o que chamo da síndrome da Mulher Maravilha, querem ser perfeitas em todos os aspectos da vida, a grande descoberta é que a perfeição não existe, estamos todas em uma jornada de constante crescimento e evolução, aceitar que talvez o que fez sentido há três anos atrás, hoje não faz mais, o que estamos vivenciando, também não faça daqui a um ano, por exemplo. É preciso buscar a felicidade e bem estar diariamente em nossas atividades, buscar prazer pelo trabalho e carreira, sentindo-se e fortalecendo-se diariamente.

Priscila Guskuma é Trainer e Master Coach. Graduada em Jornalismo pela UBC (Universidade Brás Cubas) e Pós- Graduada em Marketing pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes).

Gazeta Regional

Fundada por Laerton Santos no início dos anos 2000, a GAZETA tem como principal missão integrar as dez cidades que compõem a região do Alto Tietê, tendo como diferencial o olhar crítico que define a linha editorial do veículo. Em busca de contato cada vez mais próximo com seu público, o jornal tem investido na cobertura diária, utilizando as mídias digitais para esse fim.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*