‘Não consigo respirar’

Movimentos contra o racismo no Alto Tietê se posicionam contra a morte de Floyd

Por Giovanna Figueiredo / Foto: Divulgação

US$20. Tudo começou no relato de uma nota falsa em um supermercado em Minneapolis, Minnesota, nos Estados Unidos, e terminou na morte de um homem negro, George Floyd, por um policial branco, Derek Chauvin. O fato descrito é um dos reflexos do racismo na sociedade.

Floyd não resistiu à prisão. Ele não estava reagindo, mas mesmo assim Chauvin manteve os joelhos em seu pescoço, enquanto ele estava algemado, de bruços no chão e gritando que não conseguia respirar. Floyd morreu e sua morte gerou uma onde de protestos nos EUA e no mundo contra o racismo.

Em Mogi das Cruzes, um grupo também se mobilizou para realizar uma manifestação, no dia 7 de junho. Todos iriam vestidos de preto e ficariam deitados em silêncio como protesto contra o genocídio negro. No entanto, por conta do mau tempo, os protestos foram adiados.

Segundo a Unegro de Mogi das Cruzes, que faria parte do protesto e um dos seus organizadores, Herbert Souza, ainda não há uma data para a manifestação em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Mas, individualmente, cada membro do movimento tem se posicionado contra o genocídio negro, um sentimento que, segundo eles, está acumulado há mais de 130 anos.

Gazeta Regional

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