Números mostram a eficiência do Hospital Santa Maria, em Suzano, no enfrentamento à pandemia

Foram atendidos 8.025 pacientes com suspeita de Covid-19.

Da Redação / Foto: Divulgação

Números verificados no Hospital Santa Maria de Suzano revelam estratégia eficaz adotada para o enfrentamento do novo coronavírus no Pronto Atendimento, mostrando que a rapidez nos protocolos adotados, aliada à estrutura da instituição de saúde, foi considerada fundamental para salvar vidas.

Em 2020, foram atendidos 8.025 pacientes com suspeita de Covid-19. Desde total, 3.156 testaram positivo, com assertividade em primeira análise de 40%, calculada com correção pelo exame padronizado RT PCR, teste padrão ouro no diagnóstico em todo o mundo, realizado em parceria com o Laboratório do Hospital Albert Einstein, um dos melhores do País.

Esse índice de acerto é considerado superior àquele verificado em muitos municípios brasileiros, onde a dificuldade de diagnóstico precoce retardou os cuidados iniciais imprescindíveis para evitar o avanço de quadros mais graves que levaram à morte na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Destes 3.156 pacientes, 267 permaneceram internados no hospital – muitos deles com comorbidades preexistentes – sendo que foram registrados 36 óbitos, representando mortalidade institucional de 13,4%, comparativamente aos dados nacionais, bem abaixo da média, uma vez que a cada 100 pacientes internados nas dependências do Hospital Santa Maria de Suzano 87 saem em situação melhorada, o que o eleva ao patamar positivo dos grandes centros de excelência hospitalares brasileiros.

Há ainda outro dado que chama a atenção: quando calculada a necessidade de internação (taxa de internação), o índice no hospital chega a 4,7%, representando resolutividade de 95,3% do fluxo verificado no Pronto Atendimento.

A batalha contra a Covid-19 no Hospital Santa Maria de Suzano, considerado referência de qualidade no enfrentamento da Covid-19, começou com treinamento intenso dos colaboradores antes do surgimento da doença no País, adotando fluxo exclusivo de pacientes, Pronto Atendimento Respiratório, ala para internações e UTI exclusivos, sempre com atualizações constantes de protocolos e garantia de aquisição de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) caracterizados pela qualidade, mesmo com a demanda mundial inédita e crescente, o que elevou os custos. Todo o processo tem acompanhamento da CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar).

Gazeta Regional

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