Os banqueiros, os militares e o Seu Talquei

Da Redação / Arte: André Jesus

Foi só os banqueiros e economistas que os ajudaram a manter e aumentar suas fortunas mandarem uma carta aberta ao ocupante do Palácio do Planalto que ele se ocupou em dar indícios de que faria alguma coisa.

A princípio pensou-se que o Seu Talquei passaria à ativa depois de ficar quase 30 anos deputando, quando desaposentou do legislativo federal para ter menor rendimento como chefe maior da nação brasileira.

Depois da carta, houve só uns poucos rumores, igual à narração do parto da montanha que fez um tremendo barulho e depois pariu um ratinho. Realmente têm coisas e casos que imitam estórias fabulosas, contadas às crianças.

E como estava tudo bom e ficou tudo bem, disse o Dito ao Expedito, foi preciso fato novo para desfocar a atenção do país doente de sua hábil incompetência de estadista. E o Brancaleone foi atacar os governadores, pedindo ao STF o mesmo que os seus seguidores – não se sabe instigado por quem, tanto pedem o fechamento – que repreende-se os governos que aderiram ao toque de recolher para a contenção da Covid.

O STF fechou as portas ao pedido dele, talvez por que o cujo já pedia aos militares que, igual a ele, vociferassem contra a Corte Suprema. Os comandantes militares de graduação muito superior à do capitão – que saiu espirrado do Exército – não aceitaram o ultraje e bateram em retirada.

Agora, sem o seu exército, ele refaz seu caminho isolado. E sabe-se lá o que fará, porque até agora o que se sabe dele é que ele nunca fez nada, ao menos de bom. Talquei?

Gazeta Regional

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