Papai é nervoso e não gosta de jornalistas

O Brasil sob o governo da família Bolsonaro não vai bem das pernas e o corpo inteiro sofre a desandada (mancada) que pai e filhos iniciaram desde que chegaram no topo do poder. Talvez caiam do picadeiro que montaram.

O vereador carioca ajuda nas palaciadas brasilienses do clã, dando seu reforço ao enredo político tragicômico. Verdade seja dita: “Não existe instituição mais forte que a família”, que o diga as outras instituições constantemente atacadas pelo clã.

E quem sofre face à face com os Bolsonaros sãos os jornalistas. Por força do ofício tentam um diálogo respeitoso com o mandatário máximo da nação, cuja ausência completa de conhecimento da posição que detém no País aliada à falta total de noção sobre a instituição Presidência da República fala coisas como se conversasse no balcão de boteco.

Vocifera grosserias idênticas às dos caras etílicos alterados, para ser mais franco parece incorporar aqueles bêbados encrenqueiros encorajados por doses de pinga, que se deixam beber pela cachaça. E assim, de bar em bar, vai caindo.

Essa ‘fúria ébria’ ascendeu o sinal de alerta da Federação Nacional do Jornalistas para o comportamento equino do presidente e agora o órgão divulgará mensalmente os ataques de Jair Messias Bolsonaro contra os profissionais de imprensa.

Num balanço preliminar é percebido que o cara endoida com os caras da comunicação. Isso avaliando os números entre 1º de janeiro a 31 de outubro deste ano, tempo em que Bolsonaro já levou a efeito 99 ataques à imprensa, sendo 11 declarações diretas à forma de jornalistas cobrirem a atual política governista e 88 falas de descredibilização da imprensa, visando deslegitimar o trabalho jornalístico.

A Federação dos Jornalistas chega à conclusão que Bolsonaro vê a imprensa e os jornalistas como adversários políticos, o que é um comportamento perigoso para a democracia, uma vez que a imprensa é um dos dutos por onde ela corre ao encontro da sociedade. Os ataques à imprensa afetam a sociedade civilizada.

Gazeta Regional

Fundada por Laerton Santos no início dos anos 2000, a GAZETA tem como principal missão integrar as dez cidades que compõem a região do Alto Tietê, tendo como diferencial o olhar crítico que define a linha editorial do veículo. Em busca de contato cada vez mais próximo com seu público, o jornal tem investido na cobertura diária, utilizando as mídias digitais para esse fim.

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