Prefeitura de SP interdita 46 comércios por descumprirem quarentena

São Paulo tem 4.620 casos confirmados de coronavírus

Da Redação / Foto: Tomaz Silva – Agência EBC

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou hoje (6) que 46 estabelecimentos comerciais já foram lacrados na capital paulista por desrespeitarem o decreto de quarentena. Nesse período, apenas serviços considerados essenciais, como farmácias, hospitais, transporte público, padarias e supermercados, podem funcionar.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), durante coletiva de imprensa – Foto: Governo do Estado de São Paulo

“A orientação da prefeitura não é multar, a orientação da prefeitura é lacrar. Então, a gente passa direto da multa para a interdição. Já foram 46 estabelecimentos interditados”, disse o prefeito.

Prefeituras do Alto Tietê também fiscalizam

Na última semana a GAZETA também questionou as prefeituras da região sobre como tem se dado a fiscalização.

A Prefeitura de Itaquaquecetuba informou que tanto a GCM (Guarda Civil Municipal) quanto a Fiscalização de Posturas estão trabalhando em sistema de plantão atendendo as denúncias enviadas a Ouvidoria no telefone 11 94012-8599.

“Os comércios que não são essenciais de acordo com os decretos Estadual e Municipal deve permanecer fechados. No primeiro momento os agentes estão fechando os locais irregulares e fazendo um trabalho de conscientização”, completou o governo Mamoru Nakashima (sem partido).

A Prefeitura de Suzano informou que, até o dia 1º de abril, foram 10 denúncias neste período e todas forma atendidas. Os comerciantes foram orientados e logo depois fecharam as portas. Além da GCM, o setor de Fiscalização de Posturas também atua nestas demandas.  O telefone do Departamento de Fiscalização de Posturas para denúncias é o (11) 4745-2046. A GCM pode ser acionada  por meio dos telefones 153 ou 4745-2150.

A Prefeitura de Guararema também recebeu dez denúncias no mesmo período. Por não contar com GCM, as ações acontecem por meio do setor de Fiscalização, quando necessário, com apoio da Polícia Militar. “O Centro de Segurança Integrada tem auxiliado nessa contenção e observação de comércios abertos irregularmente”, complementou o governo Adriano Leite (PL).

Ainda segundo a administração, a primeira multa é de R$ 5 mil e em caso reincidente é de R$ 10 mil, com a lacração e cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento que descumprir o determinado na legislação supracitada.

Já a Prefeitura de Arujá informou que não teve tempo suficiente para apurar a quantidade de reclamações recebidas até o prazo estipulado pela equipe de reportagem. Entretanto, informou que a população pode fazer as denúncias pelo telefone 153 ou pelo aplicativo 153 Cidadão. Ambos os canais de comunicação pertencem à GCM de Arujá. Mais informações podem ser conferidas no link: http://www.prefeituradearuja.sp.gov.br/notice.php?Id=7335.

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